sábado, 6 de novembro de 2010

PRESOS DO BRASIL

O Brasil é o país com a oitava maior população carcerária por habitante. O número de presos aumentou consideravelmente nos últimos 12 anos. Dados revelados pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen) mostram que, em 1995, eram 148.760 mil presos no país. Até junho deste ano, havia 419.551 mil detidos em penitenciárias e delegacias. Em 1995, a proporção era de 95 presos para cada 100 mil habitantes. Hoje, esse número aumentou e chega a 227 presos para cada 100 mil habitantes.

Se fossem contabilizados os mandados de prisão expedidos e não cumpridos, o país disputaria com Cuba a terceira posição mundial - alertou Maurício Kuehne, diretor-geral do Depen, durante audiência na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Sistema Carcerário da Câmara dos Deputados. Segundo ele, dados da Secretaria Nacional de Segurança Pública apontam que cerca de 500 mil mandados não foram cumpridos, o que dobraria a população carcerária.

A taxa da população carcerária do Brasil por habitante está bem acima da média da América do Sul, que é de 165,5 por 100 mil - contou. Kuehne advertiu que esse ritmo de crescimento do total de detentos supera as vagas criadas pelo sistema penitenciário. Para acabar com o déficit de cerca de 200 mil vagas nas cadeias de todo o país seriam necessários R$ 6 bilhões, de acordo com o diretor-geral da Depen.

O Brasil é o país com a oitava maior população carcerária por habitante. O número de presos aumentou consideravelmente nos últimos 12 anos. Dados revelados pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen) mostram que, em 1995, eram 148.760 mil presos no país. Até junho deste ano, havia 419.551 mil detidos em penitenciárias e delegacias. Em 1995, a proporção era de 95 presos para cada 100 mil habitantes. Hoje, esse número aumentou e chega a 227 presos para cada 100 mil habitantes.

Se fossem contabilizados os mandados de prisão expedidos e não cumpridos, o país disputaria com Cuba a terceira posição mundial - alertou Maurício Kuehne, diretor-geral do Depen, durante audiência na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Sistema Carcerário da Câmara dos Deputados. Segundo ele, dados da Secretaria Nacional de Segurança Pública apontam que cerca de 500 mil mandados não foram cumpridos, o que dobraria a população carcerária.

A taxa da população carcerária do Brasil por habitante está bem acima da média da América do Sul, que é de 165,5 por 100 mil - contou. Kuehne advertiu que esse ritmo de crescimento do total de detentos supera as vagas criadas pelo sistema penitenciário. Para acabar com o déficit de cerca de 200 mil vagas nas cadeias de todo o país seriam necessários R$ 6 bilhões, de acordo com o diretor-geral da Depen.

AUMENTA A POPULAÇÃO CARCERÁRIA NOS EUA

WASHINGTON, 27 Jun 2007 (AFP) - A população carcerária americana, a mais numerosa do mundo, se elevava a 2,24 milhões de detentos a meados de 2006, o que representa um aumento de 2,8% em relação ao ano anterior, segundo estatísticas oficiais divulgadas nesta quarta-feira. O aumento é considerado regular nos Estados Unidos, onde o número de detidos, hoje equivalente à população da Letônia, cresceu mais de 40% ao longo dos últimos 10 anos.

As vagas no sistema penitenciário, no entanto, aumentaram quase paralelamente com as dos detidos: no dia 30 de junho de 2006, as prisões locais tinham 94% de sua capacidade ocupada uma proporção que, nos estados, registrava entre 99% e 114%; e nas prisões federais, 134%.
Em média, 1 habitante em cada grupo de 133 está na prisão nos Estados Unidos.

Estas últimas estatísticas confirmam, também, a existência de grandes disparidades, em função dos estados, do sexo e da raça: mais de 9 detentos em cada grupo de 10 são homens, e os homens negros, que representam menos de 7% da população total do país, constituem 37% da população carcerária.

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